Do Blog “Amigos da Rua Gonçalo de Carvalho“:
A placa original em metal fora furtada menos de um ano depois de seu descerramento, que ocorreu em 5 de junho de 2007. Desde então os Amigos da Rua e a AMABI tem tentado repor a placa, a única solução foi a própria comunidade produzir uma nova placa, porém em acílico.
Esperamos que a nova placa dure um pouco mais, por isso não foi feita em metal, que atrai muito os ladrões desse tipo de material. Mas se o vandalismo a destruir outra será colocada logo a seguir. Caso a próxima também for furtada ou danificada, pretendemos colocar outras.

Além de admiradores da Rua, compareceram ao ato vários associados da AMABI e de Movimentos Ambientalistas, o presidente da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul, Adão Villaverde, a presidenta da Câmara Municipal de Porto Alegre, Sofia Cavedon, o vereador e ex-secretário municipal do Meio Ambiente, Beto Moesch e o atual secretário municipal do Meio Ambiente Luiz Fernando Záchia.
Mais fotos aqui: https://picasaweb.google.com/amigos.da.goncalo/05062011NovaPlacaNaGoncalo#


A geógrafa Lucimar Siqueira relata, no Blogue Blue, as dificuldades que as famílias removidas da Vila Dique, em Porto Alegre, estão enfrentando para serem reassentadas, conforme prometido pela Prefeitura da capital. Segundo ela, há muitas famílias vivendo em situação precária e aguardando o prometido reassentamento, enquanto a Prefeitura anuncia o rompimento com a construtora encarregada das obras do novo loteamento.
Segundo notícia divulgada pela rádio Guaíba, a direção do Departamento Municipal de Habitação recebe nesta quinta-feira (9) os representantes da construtora Dan-Herbert, de Brasília, responsável pela construção do loteamento no bairro Rubem Berta, para onde devem ser transferidas as 1.476 famílias da Vila Dique. Até o momento, foram entregues somente 404 unidades e as obras estão atrasadas. O diretor geral do Demhab, Humberto Goulart, defendeu a rescisão do contrato alegando que a empresa “não tem estrutura financeira para tocar o empreendimento”.
Perguntar não ofende: a Prefeitura só descobriu agora que a “empresa não tem estrutura financeira para tocar o empreendimento”?
O Demhab está tentando uma “ruptura amigável” com a empresa e a abertura de uma licitação emergencial para substituí-la.
“Discursos vazios, descaso, violação de direitos humanos são os ingredientes nos quais os moradores da Vila Dique estão imersos. Há recursos para que as pessoas tenham acesso à moradia digna, saudável, no entanto, o poder público municipal não se responsabiliza pelo uso adequado destas verbas”, escreve Lucimar Siqueira. Ela acrescenta:
“Mesmo com todos os problemas detectados na construção, paralisação das obras, moradores transferidos para casas de passagens porque não havia casas suficientes até a data de entrega da área para a Infraero, os repasses do Orçamento Geral da União continuam acontecendo. Não se trata de financiamento, portanto, não há pagamento para nenhuma instituição financeira”.
Os moradores, que já foram removidos, aguardam maiores esclarecimentos da Prefeitura.
Foto: Lucimar F. Siqueira
Dia Mundial do Meio Ambiente na Gonçalo de Carvalho
Na fria manhã do dia 5 de junho aconteceu a recolocação da placa alusiva ao Decreto Municipal que declarou a Gonçalo de Carvalho Patrimônio Histórico, Cultural, Ecológico e Ambiental de Porto Alegre.A placa original em metal fora furtada menos de um ano depois de seu descerramento, que ocorreu em 5 de junho de 2007. Desde então os Amigos da Rua e a AMABI tem tentado repor a placa, a única solução foi a própria comunidade produzir uma nova placa, porém em acílico.
Esperamos que a nova placa dure um pouco mais, por isso não foi feita em metal, que atrai muito os ladrões desse tipo de material. Mas se o vandalismo a destruir outra será colocada logo a seguir. Caso a próxima também for furtada ou danificada, pretendemos colocar outras.

Além de admiradores da Rua, compareceram ao ato vários associados da AMABI e de Movimentos Ambientalistas, o presidente da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul, Adão Villaverde, a presidenta da Câmara Municipal de Porto Alegre, Sofia Cavedon, o vereador e ex-secretário municipal do Meio Ambiente, Beto Moesch e o atual secretário municipal do Meio Ambiente Luiz Fernando Záchia.
Mais fotos aqui: https://picasaweb.google.com/amigos.da.goncalo/05062011NovaPlacaNaGoncalo#

Entidades de moradores e movimentos ambientalistas participaram do evento.
Os Removidos seguem abaixo...
Moradores da Vila Dique sofrem com atraso. Empresa não tem estrutura para tocar a obra, diz Demhab

A geógrafa Lucimar Siqueira relata, no Blogue Blue, as dificuldades que as famílias removidas da Vila Dique, em Porto Alegre, estão enfrentando para serem reassentadas, conforme prometido pela Prefeitura da capital. Segundo ela, há muitas famílias vivendo em situação precária e aguardando o prometido reassentamento, enquanto a Prefeitura anuncia o rompimento com a construtora encarregada das obras do novo loteamento.
Segundo notícia divulgada pela rádio Guaíba, a direção do Departamento Municipal de Habitação recebe nesta quinta-feira (9) os representantes da construtora Dan-Herbert, de Brasília, responsável pela construção do loteamento no bairro Rubem Berta, para onde devem ser transferidas as 1.476 famílias da Vila Dique. Até o momento, foram entregues somente 404 unidades e as obras estão atrasadas. O diretor geral do Demhab, Humberto Goulart, defendeu a rescisão do contrato alegando que a empresa “não tem estrutura financeira para tocar o empreendimento”.
Perguntar não ofende: a Prefeitura só descobriu agora que a “empresa não tem estrutura financeira para tocar o empreendimento”?
O Demhab está tentando uma “ruptura amigável” com a empresa e a abertura de uma licitação emergencial para substituí-la.
“Discursos vazios, descaso, violação de direitos humanos são os ingredientes nos quais os moradores da Vila Dique estão imersos. Há recursos para que as pessoas tenham acesso à moradia digna, saudável, no entanto, o poder público municipal não se responsabiliza pelo uso adequado destas verbas”, escreve Lucimar Siqueira. Ela acrescenta:
“Mesmo com todos os problemas detectados na construção, paralisação das obras, moradores transferidos para casas de passagens porque não havia casas suficientes até a data de entrega da área para a Infraero, os repasses do Orçamento Geral da União continuam acontecendo. Não se trata de financiamento, portanto, não há pagamento para nenhuma instituição financeira”.
Os moradores, que já foram removidos, aguardam maiores esclarecimentos da Prefeitura.
Foto: Lucimar F. Siqueira



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