Mostrando postagens com marcador TSE. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador TSE. Mostrar todas as postagens

sábado, 26 de março de 2016

Estão escondendo as planilhas da ODEBRECHT de você. Entendeu?


O cruzamento da planilha da Odebrecht com dados do TSE



Miguel do Rosário





A cidadã Thais Moya, doutora, cruzou os números da planilha da Odebrecht com os dados do TSE.

O resultado, segundo ela, explica porque a mídia e a Lava Jato resolveram abafar a planilha.

Como as autoridades investigativas e própria mídia não parecem interessadas em apurar nenhuma verdade, mas apenas corroborar condenações já determinadas antecipadamente pela mídia, e como ainda não temos equipes grandes de análise de dados, temos que apelar para a generosidade e curiosidade dos internautas.

Confira a imagem abaixo para ampliar.

Para saber sobre os métodos usados, clique na página da doutora.






sexta-feira, 18 de setembro de 2015

200, entre 200 milhões de brasileiros


A maior conquista da democracia brasileira





POR FERNANDO BRITO · 17/09/2015








Se prevalecer o decisão do Supremo Tribunal Federal que, afinal, proíbe as doações de empresas a candidatos e a partidos políticos, o Brasil terá dado um passo imenso para salvar-se a democracia brasileira.

Porque não pode haver democracia onde o custo da campanha eleitoral chega perto de R$ 6 bilhões, ante menos de R$ 792 milhões há 13 anos, na eleição de 2002, 0 que daria, com a correção pela inflação acumulada, R$ 1,25 bilhão, quatro vezes mais que então.

Fixou-se, a despeito das alegações – e não só “gilmarianas” – de que as empresas podem ter interesses “legítimos” no processo eleitoral, que a escolha de seus representantes é direito dos cidadãos, de todos os cidadãos, e não de instituições que fabricam parafusos, criam bois, fazem obras (públicas, inclusive) ou se dedicam às atividades financeira, como os bancos.

Este é o centro da questão que foi resolvida hoje pelo STF, tardiamente.

Nem é preciso falar da história da carochinha do “tsunami” de CPFs falsos para distribuir e “lavar” doações legais, que se desmancharia – se existisse – com a simples determinação de que, ao menos acima de um determinado valor, a eventual doação seja pela via bancária.

Conversa para dar aparência “moralista” a algo que é, em si, imoral: empresa faz investimento no que lhe possa dar lucro, contrata pessoas e paga por serviços que lhe são prestados. A menos que um candidato a ser, em seguida, vereador, prefeito, deputado, governador, senador ou presidente se enquadrem nestas categorias, porque lhes daria o dinheiro?

A proibição do dinheiro de “pessoas” jurídicas recoloca o cidadão comum no seio do processo eleitoral. Ainda que, sobrevivam desigualdades oriundas da riqueza pessoal ou do meio social de onde provenham, esta jamais voltará a ser tão grande quanto o é quando determinados candidatos recolhem milhões ou dezenas de milhões de reais provenientes de empresas.

Um líder comunitário, um sindicalista, um professor universitário, um trabalhador, mesmo de classe média, não pode, absolutamente, disputar sequer uma vereança em cidades de portes médios, onde estão os “coronéis” do dinheiro.

Para uma simples visão do tema, basta citar que em 2010 – e hoje é pior – 200 maiores doadores, “pessoas” jurídicas, quase todas, e alguns empresários, individualmente, financiaram quase a metade dos R$ 4,8 bilhões doados naquela eleição.

200, entre 200 milhões de brasileiros.

Da mesma forma, é impossível separar o que é produto de achaque ou favorecimento a empresas que prestam serviços ao poder público do que seria doação “legítima”, objeto de uma implausível “gratidão” empresarial a quem lhe deu muito mais que está a doar.

Foi a isso que Gilmar Mendes chamou de conspiração.

Só se defender a democracia for uma conspiração, como conspiração foi o argumento dos senhores coloniais para enforcar e esquartejar Tiradentes.




PS. Acabo de assistir a defesa apaixonada de Eliane Cantanhêde na Globonews do argumento “gilmarista” sobre o caixa-dois e sua esperança de que a emenda Cunha (veja o post anterior) venha a restabelecer a bufunfa empresarial na campanha. Já foi mais cheirosa a massa cantanhêdica.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

uma faca de dois gumes


Se acusação de Veja sair na TV, Dilma ganha direito de resposta no sábado




Posted by eduguim on 24/10/14






A antecipação da distribuição da edição da revista Veja desta semana para esta sexta-feira (deveria chegar às bancas só no próximo sábado) tem um objetivo claro: permitir que a acusação de que Dilma Rousseff e Lula saberiam sobre corrupção na Petrobrás seja reproduzida nos telejornais e no programa de Aécio Neves na TV.

Veja, porém, não tem o alcance nem a instantaneidade da mídia eletrônica, ou seja, da TV. Desse modo, para que a denúncia se espalhe a tempo de interferir na eleição de domingo, tem que ser divulgada em rede nacional. Nesse aspecto, o último programa eleitoral de Aécio e o Jornal Nacional são as grandes apostas da revista e do PSDB.

As informações que você lerá a seguir foram obtidas junto a fonte no TSE que, obviamente, só aceitou falar ao Blog sob a condição de anonimato.

O que acontece é o seguinte: não há uma única dúvida de que Veja cometeu um crime eleitoral. Se Dilma entrar na Justiça contra a revista, pode pedir milhões de reais de indenização e dificilmente deixará de conseguir. A menos que o doleiro Yousseff confirme oficialmente tudo que Veja diz que ele disse. Dessa forma, a revista terá apenas exercido seu direito e o seu dever de informar.

Ocorre que a “denúncia” de Veja é tão fraca que os jornais O Globo e Estado de São Paulo desta sexta-feira trataram o assunto com reservas, ressaltando que o advogado do doleiro nega que seu cliente tenha acusado Dilma e Lula. Além disso, a Folha de São Paulo nem sequer divulgou a notícia em sua edição impressa.

Ou seja: Yousseff disse a Veja o que não disse nem ao seu advogado. Parece piada, mas não é. Veja quer que alguém acredite nisso.

Porém, a intenção de Veja não é ser levada a sério por pessoas informadas e por veículos que ainda prezam a própria imagem, mas, sim, a de contaminar um pequeno contingente de eleitores que poderia decidir uma eleição que as pesquisas feitas pela mídia dizem ser “apertada”, ainda que as sondagens do PT mostrem que não está tão “apertada” assim.

Um fato é indicativo de batalha judicial que deve ocorrer a poucas horas da eleição de domingo: nos últimos dias do segundo turno, o TSE suspendeu várias propagandas de Dilma e de Aécio na TV e no rádio que continham acusações que ainda não podem ser provadas. Até mesmo críticas ao aeroporto que Aécio mandou construir nas terras de sua família foram vetadas.

Não é o fato de Veja supostamente ser um órgão de imprensa que a torna diferente dos candidatos. A revista até pode veicular acusação desse calibre contra a presidente da República às vésperas de uma eleição e sem apresentar ao menos uma única prova, mas está sujeita a sanções posteriores.

Contudo, calúnia, difamação e injúria são medidas de acordo com o veículo usado para espalhá-las. Veiculação desses crimes em um Blog não tem o mesmo peso – e a mesma punibilidade – que se ocorresse em um meio de comunicação do porte de uma TV Globo, por exemplo.

Por falta de provas e pelo evidente intuito de Veja de influir na eleição, é até possível que o TSE conceda apreensão dos exemplares da revista. Contudo, se o Jornal Nacional ou qualquer outro telejornal reproduzirem a acusação sem provas da revista, tudo muda de figura.

Há pouca dúvida de que, se as tevês reproduzirem a acusação sem provas de Veja, o TSE concederá direito de resposta a Dilma no sábado, um dia antes da eleição e com a propaganda eleitoral encerrada.

Essa, porém, é uma faca de dois gumes. Uma resposta de Dilma pode ser pior do que nenhuma resposta, pois iria conferir publicidade a uma acusação que já vai perdendo força devido ao desmentido do advogado de Yousseff, que está sendo amplamente divulgado na internet – e, até agora, a denúncia de Veja só repercutiu na internet.

A proximidade da eleição é outro fator que joga a favor de Dilma. A parcela do eleitorado que pode comprar uma acusação tão fraca quanto a de Veja é menos informada, pertencente às classes C e D, e pode nem tomar conhecimento dessa acusação antes de domingo. De resto, o eleitorado de Dilma vem desprezando solenemente as acusações da mídia.

As “delações premiadas” vêm acusando o PT – e Dilma e Lula por tabela – há meses. A crença em que o eleitorado de Dilma comprará agora a suposta acusação de Youssef por ter sido feita diretamente à presidente só funcionaria se houvesse uma prova inquestionável dessa acusação, como um vídeo ou uma gravação. Do contrário, será vista como tentativa de ajudar Aécio.

Claro, porém, que não se exclui a possibilidade de Globo, Folha e Estadão estarem agindo de comum acordo com Veja para fazer, na noite desta sexta ou no sábado, alguma acusação que Dilma não possa responder a tempo mesmo que o TSE conceda direito de resposta.

O que fica de tudo isso é que o TSE, tão cioso de suas responsabilidades de impedir acusações sem provas no que diz respeito aos candidatos, estará sob escrutínio da sociedade e dos agentes políticos durante seu desempenho frente a esse previsível golpe de última hora de Veja. Os membros dessa Corte terão que pensar na própria imagem.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

tarda, mas...

Justiça cassa programa do PSDB e multa Cerra

Conversa Afiada





Da Agência Brasil, extraído do Blog do Nassif :

TSE cassa propaganda do PSDB e multa Serra

Por Marcos RTI

Da Agência Brasil

TSE cassa propaganda partidária do PSDB e multa José Serra em R$ 20 mil

por Débora Zampier
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou hoje (26), por unanimidade, a suspensão do primeiro programa nacional do PSDB em 2012 e de 12 minutos de inserções de TV previstas para ir ao ar neste ano e no ano que vem.

Os ministros entenderam que a propaganda veiculada pela sigla no primeiro semestre de 2010 foi utilizada indevidamente para promover da candidatura de José Serra à Presidência da República. A corte também aplicou multas que somam R$ 50 mil para o PSDB e R$ 20 mil para José Serra.

Os ministros do TSE julgaram quatro representações de autoria do PT, que questionavam o uso da propaganda nacional do PSDB para mencionar as obras realizadas por José Serra quando governador de São Paulo ou para dizer que ele era um político que “tinha história” para mostrar.

Para a relatora das ações, ministra Nancy Andrighi, os episódios caracterizaram propaganda antecipada ilegal, uma vez que as propagandas só podiam ocorrer depois do dia 5 de julho. Ela também entendeu que o programa nacional foi usado para promoção de imagem pessoal do candidato, o que é vedado por lei.

Na época em que o PT entrou com representações, o corregedor-geral eleitoral, ministro Aldir Passarinho Junior, concedeu liminares ao partido para que o PSDB retirasse do ar e não mais transmitisse as inserções objeto de questionamento.


NAVALHA




Mas, onde está a Dra. Cureau ?

 Paulo Henrique Amorim