sexta-feira, 21 de maio de 2010

AS MENTIRAS DO SERRA:

Por Paulo Chacon, amigo navegante do Conversa Afiada

- 2 professores em sala de aula = MENTIRA
- bônus de 15 mil reais aos professores = MENTIRA
- profs. de SP vão ganhar até 7mil de salário = MENTIRA
- escolas com laboratório de informática = MENTIRA
- vai manter o bolsa-família = MENTIRA
- vai continuar valorizando o salário mínimo = MENTIRA
- não vai privatizar o BB. a CAIXA, a PETROBRAS, etc = MENTIRA
- não vai interferir no Banco Central = MENTIRA
- não vai tirar o Brasil do Mercosul = MENTIRA
- não vai jogar sujo na campanha eleitoral = MENTIRA

É muita mentira!

Dilma2010

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Vanja Orico


Por AFF

Essa do chinês todo mundo fala porque as agências americanas divulgaram à exaustão.

Mas, antes dele, a atriz Vanja Orico se pôs na frente de uma coluna militar para proteger estudantes em 1968.

Vale divulgar por ser uma homenagem a uma brasileira que enfrentou a ditadura; para desmentir aqueles que negam a repressão na ditadura e para combater o complexo de vira-latas.

A foto está no sítio de A Nova Democracia

A foto seguinte traz Vanja Orico sendo presa e espancada pelos militares com cassetetes.















As fotos estão aqui:

http://www.anovademocracia.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1354&Itemid=105


O Brasil dos brancos é rico. Dos negros é muito, muito pobre


O programa Entrevista Record Atualidade que a Record News exibiu ontem mostrou uma entrevista com o professor Marcelo Paixão, do Instituto de Economia da UFRJ.

Ele mostrou alguns dados que deveriam dar muito orgulho aos brasileiros (da elite):

Os negros brasileiros vivem seis anos menos que os brancos.

O número de analfabetos negros é o dobro do número de brancos.

A renda dos negros é a metade da renda dos brancos.

Os negros ficam dois anos a menos na escola que os brancos.

Se desmontarmos os números do IDH, índice do desenvolvimento humano, da ONU, veremos que se o Brasil fosse só dos brancos (O SONHO DA ELITE BRASILEIRA …) ficaria na 40a. posição do IDH.

O Brasil está na 70a.

Mas, se fosse só de negros, seria um país pobre africano e ficaria na 104a. posição.

Não, nada disso, nós não somos racistas.

Tanto assim, demonstra o professor Paixão, que entre 2003 e 2009 foram libertados 40 mil brasileiros.

Isso mesmo, amigo navegante, “libertados”, ou seja, abandonaram a posição de escravos, porque viviam em fazendas sob o regime servil: não recebiam remuneração para poder pagar dívidas impagáveis.

Desses 40 mil escravos, 73,5% eram negros.

Ora direis, mas o Brasil é um país negro.

Sim, 50,5% da população é negra.

Mas, dos escravos, 73,5% são negros.

Não, amigo navegante, o professor Paixão exagera.

Não, não somos um país racista.

A última coisa de que o Brasil precisa é de ações afirmativas, como, por exemplo, cotas para negros nas universidades.

Isso é recurso de país pobre, subdesenvolvido, como os Estados Unidos.

E viva a democracia racial do Brasil !

Viva !

Em tempo: para demonstrar que nós não somos racistas, recomendamos a leitura dos posts (EUA e Brasil se unem para combater o racismo. Ué, mas nós somos racistas ?, Chuíça (*): PMs de Serra espancam motoboy até a morte na frente da mãe e Polícia de Serra é racista e quis matar motoboy. Por que ele não criou uma Sec. de Segurança em SP? ) que tratam da morte do motoboy negro Eduardo, dentro de um quartel da PM de SP, e da transformação em réus, por crime racismo, dos PMS de São Paulo que mataram Alexandre, um motoboy negro.

Viva o Brasil !

Paulo Henrique Amorim

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“O BRASIL DE VERDADE não passa na gloBo – O que passa na gloBO é um braZil para os TOLOS”

terça-feira, 18 de maio de 2010

Leandro explica por que o PiG (*) sofre tanto com o Irã

Deu no blog do Leandro Fortes:

Não verás Lula nenhum

Em linhas gerais, Luís Fernando Veríssimo disse, em artigo recente, que as gerações futuras de historiadores terão enorme dificuldade para compreender a razão de, no presente que se apresenta, um presidente da República tão popular como Luiz Inácio Lula da Silva ser alvo de uma campanha permanente de oposição e desconstrução por parte da mídia brasileira. Em suma, Veríssimo colocou em perspectiva histórica uma questão que, distante no tempo, contará com a vantagem de poder ser discutida a frio, mas nem por isso deixará de ser, talvez, o ponto de análise mais intrigante da vida política do Brasil da primeira década do século XXI.

A reação da velha mídia nativa ao acordo nuclear do Irã, costurado pelas diplomacias brasileira e turca chega a ser cômica, mas revela, antes de tudo, o despreparo da classe dirigente brasileira em interpretar o força histórica do momento e suas conseqüências para a consolidação daquilo que se anuncia, finalmente, como civilização brasileira. O claro ressentimento da velha guarda midiática com o sucesso de Lula e do ministro Celso Amorim, das Relações Exteriores, deixou de ser um fenômeno de ocasião, até então norteado por opções ideológicas, para descambar na inveja pura, quando não naquilo que sempre foi: um ódio de classe cada vez menos disfarçado, fruto de uma incompreensão histórica que só pode ser justificada pelo distanciamento dos donos da mídia em relação ao mundo real, e da disponib ilidade quase infinita de seus jornalistas para fazer, literalmente, qualquer trabalho que lhe mandarem os chefes e patrões, na vã esperança de um dia ser igual a eles.

Assim, enquanto a imprensa mundial se dedica a decodificar as engrenagens e circunstâncias que fizeram de Lula o mais importante líder mundial desse final de década, a imprensa brasileira se debate em como destituí-lo de toda glória, de reduzí-lo a um analfabeto funcional premiado pela sorte, a um manipulador de massas movido por programas de bolsas e incentivos, a um demagogo de fala mansa que esconde pretensões autoritárias disfarçadas, aqui e ali, de boas intenções populares. Tenta, portanto, converter a verdade atual em mentiras de registro, como se fosse possível enganar o futuro com notícias de jornal.

Destituídos de poder e credibilidade, os barões dessa mídia decadente e anciã se lançaram nessa missão suicida quando poderiam, simplesmente, ter se dedicado a fazer bom jornalismo, crítico e construtivo. Têm dinheiro e pessoal qualificado para tal. Ao invés disso, dedicaram-se a escrever para si mesmos, a se retroalimentar de preconceitos e maledicências, a pintarem o mundo a partir da imagem projetada pela classe média brasileira, uma gente quase que integralmente iletrada e apavorada, um exército de reginas duartes prestes a ter um ataque de nervos toda vez que um negro é admitido na universidade por meio de uma cota racial.

Ainda assim, paradoxalmente, uma massa beneficiada pelo crescimento econômico, mas escrava da própria indigência intelectual.

Clique aqui para ir ao blog de Leandro Fortes

(*) uma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista. PHA

O abandono do Araújo Vianna


Contrato entre Prefeitura e Opus desperta dúvidas

Josias Bervanger

josiasbervanger@sul21.com.br

Há cinco anos o Auditório Municipal de Porto Alegre Araújo Vianna está fechado. Dois anos depois, em 2007, a Prefeitura anunciou sua recuperação. Porém hoje o histórico auditório é um depósito de lixo e albergue para moradores de rua. Os tapumes colocados recentemente não conseguem esconder o descaso.

A empresa ganhadora da licitação para reforma do Araújo Vianna responde a processo no Ministério Público. Em Fevereiro de 2010, a vereadora petista Sofia Cavedon solicitou a 5ª Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio esclarecimentos por escrito sobre o processo crime que envolve a Opus Assessoria e Produções Artísticas Ltda. Como resposta, o promotor Cesar Luis de Araújo Faccioli disse, por e-mail, que ?foi decretado o sigilo de investigação?. Ainda de acordo com a resposta do promotor, o expediente corre sob a presidência do Dr. Eduardo Tedesco, titular da 5ª Promotoria.

A Promotoria de Patrimônio Público do MP/RS também já fez notificações à Prefeitura de Porto Alegre, solicitando informações sobre as denúncias de abandono do Auditório Araújo Vianna. A vereadora Sofia informou ao Sul 21 que foi feita reunião com a Comissão de Cultura da Câmara em Fevereiro. Os promotores Cesar Luís de Araújo Faccioli e Edes Ferreira dos Santos Cunha nos disseram que os pedidos de informação não foram respondidos, diz a vereadora.

Veja reportagem completa: http://tinyurl.com/2dbrbpf



segunda-feira, 17 de maio de 2010

tv uol

Depois da batalha... clique AQUI para ver!

Noam Chomsky é barrado por Israel

O linguista e filósofo americano Noam Chomsky teve ontem sua entrada em Israel barrada por funcionários da imigração na fronteira com a Jordânia. Ele atravessava a Ponte Allenby, sobre o Rio Jordão, quando foi impedido de passar por policiais israelenses que aparentemente implicaram com o fato de ele ter sido convidado a dar uma palestra na universidade palestina Birzeit e no Instituto para Estudos Palestinos, em Ramallah, Cisjordânia.

A notícia é do jornal O Globo, 17-05-2010.

O legislador palestino Mustafa al-Barghouti, que convidou Chomsky a dar a palestra, indignou-se e disse que o episódio configurava “uma ação fascista, uma supressão da liberdade de expressão”.

Última visita a Israel e Cisjordânia foi em 1997

A porta-voz do Ministério do Interior israelense, Sabine Hadad, disse que os funcionários na fronteira entenderam que Chomsky também visitaria Israel, por isso teriam impedido sua entrada. Chomsky, no entanto, só estava de passagem.

— Estamos tentando contactar o pessoal de fronteira para esclarecer os fatos, mas, partindo do pressuposto de que não havia nada contra ele, não há motivos para impedir que entre — disse Sabine Hadad.

O intelectual americano, ferrenho crítico da política israelense em relação aos palestinos, explicou que faria uma série de palestras pela região e que sua agenda estava muito apertada para tentar entrar novamente na Cisjordânia. A palestra estava marcada para hoje.

A última visita de Chomsky, que é judeu, a Israel e Cisjordânia foi em 1997, para palestras. Esta viagem de agora seria a primeira em que faria palestras na Cisjordânia e nenhuma em Israel.

E Lula conseguiu

“O secretário de Estado Hillary Clinton estava “segura” que a mediação do Brasil sobre o programa nuclear iraniano fracassaria. O presidente russo Medvedev dissera no parlamento que era a “última chance” antes de início do quarto round de sanções da ONU contra Teerã. Mas a despeito do ceticismo dos EUA e da prudência de Moscou, o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva chegou a um acordo”, comenta o jornal italiano La Repubblica, 17-05-2010.

O jornal também publica uma afirmação do Ayatollah Khamenei, líder supremo do Irã:

“Os EUA não toleram a aproximação de países independentes como o Irã e o Brasil. Por isso criaram tantos obstáculos à missão de Lula”.

The Guardian: O acordo Brasil-Irã-Turquia

O acordo nuclear Brasil-Irã-Turquia

17/5/2010, Stephen Kinzer, The Guardian, UK

Tradução Caia Fittipaldi

http://www.guardian.co.uk/commentisfree/2010/may/17/iran-nuclear-brazil-turkey-deal

Os acontecimentos e notícias empolgantes que chegam de Teerã, de acordo afinal firmado, que pode ter evitado crise global em torno do programa nuclear iraniano é desenvolvimento altamente positivo para todos – exceto para os que, em Washington e Telavive, estavam à procura de qualquer pretexto para isolar ou atacar o Irã.

Também marca o nascimento de uma nova força altamente promissora no cenário mundial: a parceria Brasil-Turquia.

Semana passada, o primeiro-ministro turco Recep Tayyip Erdogan e o presidente Luis Inácio Lula da Silva do Brasil adotaram, em conjunto, a abordagem clássica do “um gentil, outro durão”, para aproximarem-se dos líderes iranianos. Lula anunciou que iria a Teerã, o que deu aos iranianos esperança de algum acordo. Mas era indispensável também a presença da Turquia (onde o urânio será tratado), e Erdogan fez-se de difícil.

Na 3ª-feira, Ahmet Davutoglu, o muito experiente ministro das Relações Estrangeiras da Turquia, anunciou que Erdogan não iria ao Irã, a menos que os iranianos manifestassem algum interesse em firmar algum acordo. “Não é hora para encontros trilaterais sem objetivo preciso”, disse. “Queremos resultados. Sem perspectiva de resultados, não iremos ao Irã.”

Na 6ª-feira, Erdogan endureceu ainda mais. Disse que a planejada viagem a Teerã estava cancelada, porque o Irã “não se manifestara sobre a questão”.

Poucas horas depois, a secretária Hillary Clinton telefonou ao Chanceler turco e empenhou-se em desencorajar a iniciativa dos diplomatas brasileiros e turcos. Porta-voz do Departamento de Estado dos EUA disse que a sra. Clinton ‘alertou’ o ministro turco para não confiar nos iranianos, cujo único interesse seria “fazer qualquer coisa para impedir as sanções pelo Conselho de Segurança, sem dar qualquer passo para suspender seu programa nuclear militar.”

Depois do telefonema, um pouco precipitadamente, de fato, a secretária Hillary previu publicamente que o esforço dos presidentes Lula e Erdogan fracassaria.

O que se sabe hoje é que a secretária Clinton pode não estar trabalhando corretamente pela pauta política da Casa Branca. Enquanto ela falava em Washington, funcionários turcos anunciavam aos jornalistas em Ankara, off-the-record, que haviam recebido encorajamento do próprio presidente Obama, para insistir no trabalho de mediação e continuar pressionando em busca de algum acordo. Pode ser, é claro, ‘divisão’ planejada das forças nos EUA, para cobrir todas as posições, o que implica que EUA, sim, anteviram a possibilidade de serem derrotados no front diplomático: Clinton faria a parte mais difícil e preservaria a posição do presidente como ‘mediador’ e interessado mais em acordos que em confrontos. Seja como for, já sugere alguma fragilidade na posição da secretária de Estado, ou seu isolamento, no círculo mais alto dos estrategistas de Obama para as questões mundiais cruciais.

Alguns, em Washington, tentarão ver no acordo apenas um modo para salvar as aparências e livrar o Irã de confronto direto com EUA e União Europeia. Seja como for, outros verão de outro modo. Ali Akbar Salehi, chefe da Organização de Energia Atômica do Irã, vê perspectiva mais positiva. Semana passada, já havia anunciado que o Irã buscava um acordo, contando com a mediação política do Brasil e da Turquia “para dar aos EUA e outros países ocidentais um modo de escaparem da situação de impasse que criaram, com tantas ameaças.”

Em todos os casos, o que se viu foi que negociadores competentes em negociações bem encaminhadas por dois líderes mundiais, destruíram a versão, difundida por Washington, de que o Irã não faria acordos e teria de ser ‘atacado’, por sanções; antes, claro, de que os EUA considerassem “todas as opções” – inclusive o ataque militar, para impedir o progresso do programa nuclear do país.

Fato é que Turquia e Brasil, embora em pontos opostos do planeta, têm muita coisa em comum. São dois países territorialmente grandes que passaram longos anos sob ditadura, mas conseguiram alterar essa história e andar pacificamente na direção da plena democracia. Os dois países têm hoje, na presidência, políticos dinâmicos e experientes, que comandaram importante processo de recuperação econômica nos seus respectivos países. Os dois países, além do mais, já emergiram como potências regionais, mas aspiram ao nível de potências como Rússia, Índia ou mesmo a China. Nem Turquia nem Brasil podem sobreviver sozinhos entre esses gigantes. Mas, juntos, formam uma parceria que tem inúmeras possibilidades de sucesso.

Brasil e Turquia são os países que mais abriram novas embaixadas pelo mundo, nos dois últimos anos. Uma vez por ano, os principais diplomatas turcos voltam a Ancara para ampla reunião de trabalho. Na reunião de 2010, ocorrida em janeiro, o ministro das Relações Exteriores do Brasil Celso Amorim foi um dos principais conferencistas convidados.

Turquia e Brasil foram, por muitos anos, apoiadores ‘automáticos’ de Washington, mas agora começam a assumir o timão e determinar a própria rota. Preocupados com o que veem como violento unilateralismo norte-americano, que desestabiliza imensas regiões em todo o mundo, os dois países têm evitado todos os confrontos internacionais, ao mesmo tempo em que trabalham incansavelmente para promover acordos que visem à pacificação. Por muito feliz coincidência, os dois países são hoje membros não-permanentes do Conselho de Segurança. A posição deu-lhes os meios para intervir na questão iraniana; que os negociadores e presidentes de Turquia e Irã usaram com talento e competência excepcionais.

Durante a Guerra Fria, o Movimento dos Não-alinhados tentou converter-se numa “terceira força” na política mundial, mas fracassou, porque reunia países grandes demais, separados demais e diferentes demais. Turquia e Brasil emergem agora como a força global capaz e competente para diálogos e acordos que o Movimento dos Não-alinhados jamais antes conseguira ser.

VI O MUNDO

ESTAGNAÇÃO, DESEMPREGO E DESIGUALDADE












O que esses três personagens representam para o povo brasileiro?

ESTAGNAÇÃO, DESEMPREGO, DESIGUALDADE... SUBMISSÃO, IMPUNIDADE, INCERTEZAS

O NAVALHA é ótimo!


A questão central era o Irã permitir que o urânio fosse enriquecido FORA de seu território.

Ao aceitar a proposta que Lula e a Turquia re-apresentaram, esse ponto – nevrálgico, para a Agência Internacional de Energia Atômica – estaria resolvido.

Faltaria, agora, Obama desistir de aplicar sanções ao Irã, a que, segundo Lula, se seguiria um ataque militar, como no Iraque.

Ou seja, Lula deu olé (para usar a gíria do futebol, que tanto irrita as deidades do PiG (*)).

Lula colocou o Brasil na pequena área de uma das questões centrais para a segurança do Oriente Médio – e, portanto, do mundo.

(A outra é o Estado palestino.)

O Brasil de Lula (e Celso Amorim) passou a jogar na Liga Principal.

E já, já terá lugar permanente no Conselho de Segurança da ONU.

O Brasil se tornou o que os americanos chamam de “honest broker” – um negociador confiável.

O ariano Paulo Bornhausen vai dizer que o Lula é um criminoso, porque foi fazer campanha eleitoral antecipada em Teerã.

A oposição brasileira terá o destino que pretendeu dar ao Lula.

Vai levar aquela surra que o Arthur Virgilio Cardoso (o do cartão Visa em Paris) disse que ia dar no Lula.

Em tempo: o Conversa Afiada não tem assento na Agência Internacional de Energia Atômica. Portanto, sem nenhum risco de sofrer sanções, mantém que o Irã e o Brasil têm direito a tantas bombas atômicas quanto Israel tem. O Brasil, entre outras preciosidades, precisa garantir a exploração do pré-sal, antes que algum aventureiro queira dele se apossar. Só o Brasil, a Rússia e os Estados Unidos têm urânio e sabem como enriquecê-lo.

Paulo Henrique Amorim

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

Em tempo 2: o Conversa Afiada já tinha publicado o seguinte sobre essa que é a maior vitória da diplomacia brasileira:

Nunca dantes: Lula e Turquia convencem o Irã. Obama está numa saia justa


Jogue o PiG (*) fora.

Jogue todo chanceler da GloboNews no lixo.

Pegue os editoriais do Estadão e enrole o peixe com ele.

Vá direto à fonte, ao New York Times:

Iran to Ship Its Uranium to Turkey in Nuclear Deal

By ALAN COWELL and ALEXEI BARRIONUEVO

LONDON — Iranian state media said on Monday that Brazil and Turkey had brokered a compromise with Tehran in the international standoff over Iran’s nuclear program, a development that could undermine efforts in the United Nations to impose new sanctions on the Iranians.

Press TV, the state-funded satellite broadcaster, quoted an Iranian Foreign Ministry spokesman, Ramin Mehmanparast, as saying that Iran had agreed to send some 1,200 kilograms of its lightly enriched uranium to Turkey in exchange for a total of 120 kilogram enriched to a higher level — 20 percent.

A televisão estatal do Irã citou um porta voz do Ministério das Relações Exteriores que disse que o Governo do Irã concordou em mandar para a Turquia 1.200 quilos de seu urânio com baixo enriquecimento, em troca de 120 quilos de urânio mais enriquecido (em 20%).

PHA

ACORDEI COM MUITA VONTADE...

Hoje acordei com muita vontade de ouvir JOHN LENNON, esse brasileiro que tem nos feito acreditar que é possível um mundo melhor, deu a todos uma CHANCE PARA A PAZ!
Aproceitem e curtam...


domingo, 16 de maio de 2010

Vou dormir

Gente, depois desta notícia de possibilidade de acordo e não-guerra, confesso: tem sido muito bom fazer parte desde momento da história e ser brasileiro!
Meus filhos e as gerações que vêm por aí, hoje, agradecem por está chance para a paz!

Deixo com vocês um comentário do blog Vi o mundo

Caros amigos,
Depois de quase oito anos de Bolsa Família, salário mínimo de 300 US$, quitação da dívida externa, independência do FMI, PAC, Biocombustível, Pré-Sal, Política Externa madura, um milhão de casas, mais de dez milhões de novos empregos, crescimento a alto nível e sustentável, drible na crise global, forte abalo na desigualdade social, Copa, Olimpíadas, e, agora, PAC 2, posso afirmar que temos um presidente digno de admiração e aplauso. Alguém sem paralelo na nossa história.
Um nordestino, retirante, esfomeado, brasileiro da gema, se revela um admirável político, democrata, líder, sério, trabalhador, ponderado, comandante, gerente, comunicador, etc. Estrela internacional. Jóia rara.
Assustado e perplexo, agradecendo a Deus, convido vocês a participarem da minha alegria e sentimento de gratidão e dívida a este “fenômeno” da política.
HCoelho

Eu não tinha dúvidas é Dilma/2010!!!!!!!!!!!!!!

Al Jazeera: Irã concorda com troca de combustível nuclear

Busquei o blog Vi o mundo

Iran ‘agrees’ nuclear fuel swap

do site em inglês da rede árabe Al Jazeera

Irã, Turquia e Brasil fecharam um acordo para uma troca de combustível nuclear que poderá reduzir preocupações com o programa nuclear de Teerã, o ministro das Relações Exteriores da Turquia, Ahmet Davutoglu, informou.

Davutoglu anunciou o acordo em uma entrevista coletiva na noite de domingo depois que o primeiro-ministro Recep Tayyip Erdogan adiou uma viagem ao Azerbaijão para se juntar às conversações em Teerã.

Ele disse que o acordo foi fechado “depois de quase 18 horas de negociações”; o anúncio formal é esperado para segunda-feira de manhã.

Erdogan voou para Teerã depois que o presidente do Brasil, Luiz Inacio Lula da Silva, teve um dia de conversas com Mahmoud Ahmadinejad, seu colega iraniano, no que foi descrito pelos Estados Unidos e Rússia como última chance antes de novas sanções [contra o Irã].

A TV turca informou que os três líderes discutiram um acordo pelo qual o Irã trocaria em território turco seu urânio de baixo enriquecimento por combustível nuclear produzido fora do país.

Mas detalhes — sobre a quantidade de urânio que seria entregue e como a troca aconteceria — ainda não foram divulgados.

Anúncio esperado

Alireza Ronaghi, da Al Jazeera em Teerã, diz que o encontro do Grupo dos 15 será aberto na segunda-feira de manhã em Teerã e que o anúncio do acordo poderia ser feito na abertura do encontro.

“A conferência do G15 será aberta pelo presidente Ahmadinejad e espero que o discurso dele inclua alguns detalhes sobre o acordo”, ele disse.

“Espero que ele será tão desafiador e agressivo como antes, mas ao mesmo tempo vai demonstrar que o Irã defende negociações e que vai fazer concessões para demonstrar sua boa vontade”.

As especulações cresceram de que alguma coisa seria anunciada depois que Erdogan mudou seu planos de viagem. O primeiro-ministro turco tinha cancelado inicialmente seus planos para visitar o Irã.

A visita de Lula, que incluiu um encontro com o aiatolá Ali Khamenei, o supremo líder do Irã, assim como um encontro com Ahmadinejad, era vista como uma última tentativa de mediar um acordo.

Antes de partir para Teerã, Lula havia dito que estava “otimista” com a visita e que esperava persuadir Ahmadinejad para chegar a um acordo com o Ocidente na questão nuclear.

“Preciso agora usar tudo o que aprendi em minha longa carreira política para convencer meu amigo Ahmadinejad para chegar a um acordo com a comunidade internacional”, ele disse.

Os Estados Unidos e a Rússia tinham alertado que as chances de sucesso eram fracas. Mas antes das negociações, Teerã sinalizou que estava disposta a ouvir qualquer proposta.

“Recebemos várias propostas e estamos avaliando todas elas”, disse o chefe atômico do Irã, Ali Akbar Salehi, segundo a mídia local do Irã informou no sábado.

“Existe uma vontade dos dois lados para resolver o problema e as coisas tem se movido positivamente”.

Relutância iraniana

Previamente o Irã se mostrou relutante em permitir que seu estoque de urânio deixe o país antes de receber combustível nuclear, dizendo que a troca deveria acontecer simultaneamente dentro do país.

Na semana passada, Mohsen Shaterzadeh, o embaixador do Irã no Brasil, disse que a troca em outro país poderia ser aceitável.

O Brasil e a Turquia, ambos membros não-permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas, até agora não apoiaram as tentativas dos Estados Unidos de ampliar as sanções contra o Irã por causa da decisão do país de não aceitar ultimatos para suspender o enriquecimento de urânio.

“Eu penso que o Irã tem interesse em manter a Turquia de seu lado e o Brasil de seu lado e tem um interesse em fazer mais amigos que inimigos”, disse Mahjoob Zweiri, um expert em Irã da Universidade do Catar, à Al Jazeera.

Os Estados Unidos e seus aliados dizem que o Irã quer urânio altamente enriquecido para fazer uma bomba atômica, mas Teerã diz que seu programa é desenhado para suprir as necessidades civis de energia.

Lula no passado defendeu as atividades nucleares do Irã, dizendo que Teerã tem o direito à energia atômica e tem dito repetidamente que sanções seriam contraproducentes e ineficazes.

Mais notícias sobre o acordo Irã

Chanceler turco diz que já existe acordo sobre questão nuclear

Lula, premiê turco e Ahmadinejad se reúnem nesta segunda em Teerã. Os detalhes do acordo não foram divulgados pelo ministro da Turquia.

Veja o vídeo

Parece que já morremos.

A notícia só é notícia enquanto o corpo ainda está quente.
Será isso que ensinam nas escolas de jornalismo ou é máxima de patrão ansioso por vender? Não sei, mas talvez fosse mais prudente que as pessoas usando dos microfones e canetas e câmeras para informar, primassem pelo bom senso e não pelo sensacionalismo. Tivessem o bom senso de não acusar, mas de noticiar os fatos... independente das consequências ou do mau humor do patrão. Hoje, parece que quando um veículo de comunicação apresenta uma notícia de determinada maneira, em primeira mão, os demais tem que seguir necessariamente o mesmo caminho, com um pouco mais ou um pouco menos de sensacionalismo. Condenam e produzem o caos tão rapidamente quando vão embora.
Todos somos descartáveis quando deixamos de ter importância para as vendas.
Enfim, essa é a sociedade de consumo que vivemos, onde os fortes, belos e inteligentes são reverenciados pelo mercado das bijuterias baratas, próprias para enfeitar as vitrines com nossos olhos de consumir. Nada mais natural que nossas crianças sigam nosso exemplo de humanidade, valorizando o bonito, útil, forte e valente; desprezando o feio, diferente, fraco, deficiente ou pouco inteligente. O desprezo antes feito veladamente, hoje, assume as proporções das competições que colocamos à disposição dessas crianças. Pobres ou ricas. Letradas ou analfabetas. Coloradas ou gremistas. Meninos ou meninas. Católicos ou protestantes. O certo mesmo, é que estamos surdos para nosso coração.
Não escutamos mais suas batidas, me parece que já morremos.

Um dos vinte

Cuerpo de mujer, blancas colinas, muslos blancos,
te pareces al mundo en tu actitud de entrega.
Mi cuerpo de labriego salvage te socava
y hace saltar el hijo del fondo de la tierra.

Fui solo como un túnel. De mí huían los pájaros,
y en mí la noche entraba su invasión poderosa.
Para sobrevivirme te forjé como un arma,
como una flecha en mi arco, como una piedra en mi honda.

Pero cae la hora de la venganza, y te amo.
Cuerpo de piel, de musgo, de leche ávida y firme.
Ah los vasos del pecho! Ah los ojos de ausencia!
Ah las rosas del pubis! Ah tu voz lenta y triste!

Cuerpo de mujer mía, persistiré en tu gracia.
Mi sed, mi ansia sin limite, mi camino indeciso!
Obscuros cauces donde la sed eterna sigue,
y la fatiga sigue, y el dolor infinito.


Poema retirado do livro Veinte poemas de amor y una canción deseperada / Neruda, Pablo - Rio de Janeiro; José Olympio, 2004

A Criação do Mundo

Fechou os olhos tentando dormir. Não conseguia. O balanço do navio negreiro a enjoava, o corpo doía, o corte no pé latejava. Adedutu não tinha forças para nada, a não ser chorar. Onde estariam seus pequenos Taió e Caiandê? Talvez nunca mais os visse, nunca mais os abraçasse nem lhe desse o leite que agora escorria dos seus seios inchados e doloridos.
Adedutu sentiu nos lábios ressequidos o sal de suas lágrimas; soluçava. No escuro do porão apertado e fétido do navio negreiro, que se arrastava pelo oceano na noite sem estrelas, a mulher deitada ao lado fez um esforço para vencer o peso das correntes que as uniam e apertou o braço de Adedutu num gesto de conforto. E de dor compartilhada pelo destino comum dos que haviam sido caçados para ser escravos em terras estrangeiras.
Adormeceu e sonhou com seu mundo e sua gente, dos quais fora arrancada para sempre. Sonhou com os dias em que, no templo, cuidava de seu deus Xangô, de quem era filha e sacerdotisa devotada. O pensamento aflito de que Xangô talvez a tivesse abandonado se desvaneceu no sonho. Teve a impressão de ouvir, através das paredes do navio, palavras de encorajamento vindas de Xangô no soar de um trovão.
O movimento das ondas, agora suave, embalava seus sentimentos, numa calmaria que lhe renovava as esperanças. Procurava recuperar em suas lembranças as coisas boas que ninguém nunca poderia lhe tirar. Seus deuses, que sua gente chamava de orixás, eram grandes e poderosos. Também haviam sofrido e se desesperado, mas nunca desistiram de ser felizes, realizados, eternos.
Adedutu também não desistiria, prometeu a si mesma. Afinal, não tinham lhe tirado tudo; ela tinha suas memórias, sabia quem era, de onde vinha. Tinha orgulho de sua origem nobre, de seus deuses, de seus ancestrais, que venerava com desvelo sincero. Seu nome, Adedutu, significava A-Coroa-É-Paciente, ou A-Princesa-Sabe-Esperar. Ela resistiria.
No sonho embalado pelo sobe-e-desce das ondas, Adedutu se agarrou aos orixás, que reacendiam suas esperanças. Juntou-se a eles no sonho, que não era mais um simples sonho, e reviveu com fé as aventuras dos deuses na criação do mundo, o mundo de Adedutu e dos outros africanos que, como ela, vinham sendo transportados para o Brasil naquele e incontáveis outros navios negreiros, o mundo de todos nós.
A caminho do cativeiro, Adedutu sonhou com a criação do mundo.

Trecho retirado do livro Contos e Lendas Afro-brasileiros: A criação do mundo / Prandi, Reginaldo; São Paulo; Companhia das Letras, 2007

O Descolocado

I


O Velho faz sinal para que se aproxime aquela menina com o olhar da tristeza, vestida e forrada com uma casca resistente e, ao mesmo tempo, bonita e escura, como aquela madeira negra, que nunca consigo lembrar o nome, mas deixa pra lá o apelido da árvore, é a menina que implica com seus cabelos escorridos, pés descalços da pobreza que anda ao acaso pelo mundo, dentes arroxados e quebrados de quem apenas se desfaz da vida que não lhe vale nada, mas lhe impõe preço. E a cotação da vida que cobra de uns e esquece de anotar na conta de outros faz o tipo mãezona com os escolhidos, vira as costas aos desajudados. Mães não deveriam amar um filho mais do que aos outros, mas, quem sabe, fazem apenas como os leitores que amam alguns livros mais que outros, jogados em estantes empoeiradas e esquecidos do contato curioso das mãos do leitor. Mães assim, seriam abençoadas com filho nenhum.

O homem antigo torna a chamar e saio desse torpor de ficar pensando em nada. Divagando sobre coisa alguma. A menina parece que vai reclamar, não gosta de agradar, nem tem o que agradecer

O que é?

Não é apenas uma pergunta, mas um jeito de distanciar e avisar que lhe deixem em paz. Uma má educação áspera. Exercita a solidão. Sabe que se cair não passa do chão e agrado demora a viagem. Ergue o queixo e o canto direito da boca enquanto encarquilha a testa, os olhos macambúzios acompanham todo esse movimento de ataque, mas sem vontade de bisbilhotice. Todos aprendem gestos de defesa, de uma maneira ou de outra. Fingir faz parte da vida. Tristes de verdade e alegres quando necessário.

O impacto do Bolsa Família na educação brasileira


Segundo o Ministério da Educação, exigência da frequência às aulas por parte do Bolsa Família faz toda a diferença. No ensino médio, a aprovação dos beneficiários do programa é maior do que a média nacional (81,1% contra 72,6%). No ensino fundamental, os números são similares (80,5% de beneficiários aprovados contra 82.3% da medida nacional). Os indicadores de abandono no ensino fundamental também revelam um impacto positivo: 3,6% dos beneficiários deixam a escola, contra 4,8% da média nacional. Já no ensino médio, o índice de abandono é de 7,2% entre os beneficiários, enquanto a média nacional é de 14,3%.

Correio do Povo/RS

Juremir Machado da Silva


A hipocrisia dos americanos

Luiz Inácio está no Irã.
Foi negociar com Ahmadinejad o que os doutos americanos não conseguiram.
O iletrado brasileiro é a última esperança do mundo.
A imprensa dos Estados Unidos duvida do êxito da missão e acusa o Brasil de estar dando mole para o Irã.
O clube da bomba atômica não respeita a soberania das nações. Manda quem pode, obedece quem precisa.
O Irã acha que não precisa.
Ahmadinejad é doido. Tem ideias próprias.
Segundo a Folha Online, “um editorial publicado na edição deste sábado do jornal americano "The Washington Post" critica a viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Irã e diz que a postura brasileira ignora a ‘repressão brutal. no regime iraniano”.
Que latinha! Que cara-de-pau!
Quem são os Estados Unidos para falar em ignorar a repressão nalgum lugar? Que é que eles fazem com a China?
Como é que eles agem com a Arábia Saudita?
Como foi que eles se comportaram com Pinochet?
Ainda conforme a Folha Online, “O texto cita a morte por enforcamento de cinco dissidentes curdos, no último domingo, e a condenação de um jornalista iraniano-canadense a 74 chibatadas e 13 anos de prisão para afirmar que provavelmente está no início ‘uma brutal onda de repressão’ com o objetivo de impedir protestos pelo aniversário das eleições de junho passado - em que o presidente Mahmoud Ahmadinejad foi reconduzido ao poder sob acusações de fraude no pleito e em meio aos maiores protestos no país desde a Revolução Islâmica, em 1979”.
O Irã é horrível.
Mas chibatadas não são exclusividade iraniana. Na Arábia Saudita, mulheres infiéis são lapidadas. Na China, dissidentes são executados. Que fazem os Estados Unidos?
Nada.
Compram e vendem.
Esses americanos são uns hipócritas mesmo.
Luiz Inácio está certo. O Brasil vem dando sucessivas bananas aos americanos. Nunca na história deste país a diplomacia esteve de cabeça tão erguida.
Os americanos estão p...ês da cara.
Se Luiz Inácio tiver sucesso, muita gente vai ficar de cara no chão nos Estados Unidos. Alguns vão perder o emprego. A mídia cínica vai engolir sapo.
Os americanos continuam os mesmos. A política internacional dos Estados Unidos baseia-se no “façam o que eu digo, mas não façam o que eu faço”. A economia segue o mesmo ritmo. Os Estados Unidos recomendam derrubar todos os protecionismos e continuam protecionistas. É a lei dos mais forte. Do mais esperto.
Dá vontade de rir. De repente, os americanos descobriram a importância dos direitos humanos.
Que piada!
Alguém poderá dizer que a mídia não representa a posição oficial dos Estados Unidos no cenário mundial.
Não foi o que se viu durante a Guerra do Iraque.
A mídia americana anda comendo na mão do Estado.
Que vá plantar batatas!

Correio do Povo/RS

Vox Populi mostra Dilma com 38% e Serra com 35%

É a primeira vez que a pré-candidata petista ultrapassa numericamente o tucano

A pré-candidata do PT à Presidência da República, a ex-ministra Dilma Rousseff, aparece pela primeira vez à frente do pré-candidato do PSDB, o ex-governador de São Paulo, José Serra, em pesquisa de intenção de votos do Instituto Vox Populi, divulgada neste sábado. Na pesquisa estimulada, o levantamento traz a petista com 38% das intenções de voto, em empate técnico com Serra, que tem 35%.

A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais, para mais ou para menos. Dois mil eleitores, moradores de 117 cidades (nas cinco regiões brasileiras), foram ouvidos. No levantamento anterior feito pelo instituto, em abril, Serra tinha 34% das intenções de voto, contra 31% de Dilma. Num eventual segundo turno entre Dilma e Serra, os dois candidatos também estariam tecnicamente empatados. A petista teria 40% e o tucano 38%, dentro, portanto, da margem de erro.

A pesquisa espontânea - quando o eleitor abordado pelos pesquisadores diz em quem vai votar - também aponta a liderança da petista Dilma Rousseff. Ela aparece com 19% das intenções de voto, enquanto Serra tem 15%. Em janeiro, cada candidato obteve 9% das intenções de votos espontâneos.

A pré-candidata do PV, senadora Marina Silva, consolidou-se na terceira posição da pesquisa estimulada. Subiu de 7% para 8%. As regiões onde Dilma Rousseff é mais lembrada são o Nordeste (44%) e o Norte (41%). Serra lidera no Sul (44%) e está tecnicamente empatado com a petista no Sudeste.

Fator Lula

O levantamento de votos espontâneos mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em terceiro lugar, com 10% das intenções de voto. Mesmo sem poder se candidatar, Lula é citado pelos eleitores, o que confirma sua popularidade.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 7 de maio, sob o número 11.266/2010. Os dois mil eleitores foram entrevistados entre os dias 8 e 13.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Quer saber o que o Serra faria com a PETROBRÁS?




Do twitter do Cloaca News:

quarta-feira, 12 de maio de 2010

ESTÁ DOCUMENTADO: COM SERRA, PETROBRAS SERÁ PASSADA NOS COBRES

Tucanos já acionaram o Ministério Público para garantir a privatização da empresa

Em 2007, indignados pelo fato de a Petrobras ter adquirido a totalidade das ações ordinárias e preferenciais detidas pelos controladores da Suzano Holding no capital da Suzano Petroquímica, os correligionários de José Serra – aqueles mesmos que queriam desmontar a Petrobras osso por osso – ingressaram com uma curiosa representação contra a petroleira: queriam melar o negócio por considerá-lo uma “ofensa ao Programa Nacional de Desestatização”.

Coube ao então deputado federal Paulo Renato Souza, atual Secretário de Educação do governo paulista (unha e carne com Serra), endereçar a patacoada jurídica ao Procurador-Geral do MP junto ao Tribunal de Contas da União.

Clique aqui para ler a “representação” dos tucanos. Depois, tente imaginar o que os vendilhões fariam com esta nova descoberta.

Postado por Cloaca News às 23:58:00

ABAIXO UMA PALHINHA DA REPRESENTAÇÃO CONTRA A PETROBRÁS


Representação contra a Petrobrás
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Data - 28/8/2007

EXCELENTÍSSIMO SENHOR PROCURADOR-GERAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO JUNTO AO EGRÉGIO TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO





PAULO RENATO SOUZA, Deputado Federal pelo PSDB/SP, com fulcro no artigo 5º, inciso XXXIV, alínea “a”, da Constituição, vem, respeitosamente, à presença de Vossa Excelência, ofertar
REPRESENTAÇÃO

em face da sociedade de economia mista federal PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. – PETROBRÁS, pela celebração de contrato para aquisição da totalidade de ações ordinárias e preferenciais detidas pelos controladores da empresa Suzano Holding S.A. no capital da empresa Suzano Petroquímica S.A., conforme razões aduzidas a seguir.

- I-
ESCORÇO FÁTICO


Aos 3 de agosto de 2007, a empresa estatal aludida efetuou a compra da totalidade de ações detidas, direta ou indiretamente, pelos controladores da Suzano Holding S.A. no capital da Suzano Petroquímica S.A.

O negócio jurídico envolveu a compra de 97.264.445 (noventa e sete milhões, duzentas e sessenta e quatro mil e quatrocentas e quarenta e cinco) ações ordinárias, com valor unitário de R$ 13,44 (treze reais e quarenta e quatro centavos) e 75.211.200 (setenta e cinco milhões, duzentas e onze mil e duzentas) ações preferenciais, por R$ 10,76 (dez reais e setenta e seis centavos), totalizando aproximadamente R$ 2,1 bilhões na operação .

Tal informação mostra-se deveras preocupante, não apenas porque o valor da aquisição foi considerado elevado para os patamares do mercado , mas, também, porque a adquirente, já sendo a única fornecedora na indústria nacional de matérias-primas, como a nafta, o propeno ou o gás natural, passará, ao mesmo tempo, a ocupar assento no conselho de administração de companhias concorrentes no setor petroquímico e, sobretudo, porque a aquisição é feita sem parceiro da iniciativa privada. Ou seja, uma empresa estatal adquirirá, sozinha, o controle pleno de uma empresa privatizada no âmbito do Plano Nacional de Desestatização.

Destaque-se, ainda, que o processo ainda está por ser concluído face à oferta pública feita pela Petróleo Brasileiro S.A. – PETROBRÁS para a aquisição das ações dos demais acionistas minoritários da empresa Suzano Petroquímica S.A. , o que leva a crer que a empresa estatal acumulará a totalidade do capital social.
...

-VI-
DOS PEDIDOS


Ante o exposto, o REQUERENTE suplica o recebimento e o processamento desta Representação, de sorte a determinar: (a) instauração do devido procedimento para apuração dos fatos ora narrados; (b) apresentação das medidas cabíveis junto ao Egrégio Tribunal de Contas da União, inclusive em sede cautelar, com vistas à imediata suspensão dos efeitos do contrato de aquisição, pela Petróleo Brasileiro S.A – PETROBRAS, da totalidade de ações ordinárias e preferenciais detidas pelos controladores da empresa Suzano Holding S.A no capital da empresa Suzano Petroquímica S.A.; bem como (c) ajuizamento das medidas cabíveis junto ao mesmo Egrégio Tribunal de Conats, inclusive em sede cautelar, para que a Petróleo Brasileiro S.A – PETROBRAS imediatamente deixe de praticar todo e qualquer ato concernente à oferta pública para aquisição das ações dos acionistas minoritários da mesma empresa.Termos em que suplica e espera deferimento.



Brasília, 28 de agosto de 2007.



PAULO RENATO SOUZA
Deputado Federal – PSDB/SP

Quer ler na íntegra porque não acredita? Clique aqui

É NESSA GENTE QUE NOS VENDE QUE VOCÊ VAI VOTAR? LEGAL... APROVEITA E LIBERA O PRÉ-SAL E INCLUI NESTA REPRESENTAÇÃO DO SEU VOTO CONTRA O BRASIL...
Maromar